Nascemos do desejo de traduzir, com clareza e sensibilidade, um novo ciclo pessoal e profissional. Mais do que um conjunto de elementos visuais, essa marca é construída como um espaço de escuta e presença.
A primeira ideia para o conceito criativo girava em torno das sinapses. A intenção era representar essas conexões invisíveis que acontecem no encontro entre terapeuta e paciente — mas sem cair nos símbolos óbvios como cérebro ou o símbolo da psicologia. Apesar de fazer muito sentido pra ela, percebemos que sinapses não fazem parte do imaginário comum, e que a imagem precisava ir além: ser acessível e sensível.
Foi assim que surgiram as cartas. Assim como as sinapses, elas criam conexão — só que de pessoa pra pessoa. E com isso, carregam mais do que informação: levam intenção, sentimento, presença. Escrever uma carta exige tempo, escuta, cuidado. Tudo o que a Bianca também queria que estivesse na marca.
A identidade se apoia em quatro pilares que guiaram todo o processo: cotidiano, profundidade, clareza e materialidade. Eles aparecem nas escolhas de cor, forma e linguagem — sempre com o compromisso de ser leve, mas não superficial; simples, mas cheia de camadas.
No fim, o que essa marca faz é sustentar um lugar possível: um entrelugar. Um ponto de encontro entre o que faz sentido pra Bianca, o que conecta com seu público e o que a posiciona no mercado de forma autêntica.
